quinta-feira, 5 de março de 2015

Cidades de Papel (John Green)


Eai meus lindos, na última resenha disse que talvez traria minha opinião sobre algo que está em alta, porém mudei de ideia e resolvi resenhar Cidades de Papel do queridinho John Green, então vamos lá.

Cidades de papel (Paper towns - John Green) começa com Quentin Jacobsen (mais conhecido como Q) e Margo Roth Spiegelman, de dez anos, descobrindo um homem morto enquanto estão brincando no parque, Margo diz que os fios dele foram cortados, deixando assim uma metáfora para o crescimento dos dois (algo que tem muito em todos os livros do John Green). 


Os anos se passam e a amizade deles some, ainda são vizinhos, ainda estudam na mesma escola, mas não se falam mais. Até certo ponto. Quentin é um jovem nerd, engraçado mas bem comum, filho de dois psicólogos, enquanto Margo é a garota rebelde, linda e popular da escola. A vida deles não tem nada, absolutamente nada em comum, fora o mesmo acontecimento que marcara suas infâncias.

É o ano da formatura, então todos estão preocupados com as últimas provas e todos os problemas do baile, mas não o Q, ele não quer ir à formatura, então algumas semanas antes do grande dia, Margo (paixonite do Q de criança), aparece em sua janela, com o rosto pintado e cheia de ideias vingativas.


Não sendo o suficiente depois desses planos, Margo desaparece, sem deixar vestígios e nenhuma explicação sequer, os pais já estão acostumados com o comportamento bizarro da filha e não querem se expor mais. Só que Q começa a procurar pistas, e descobre um livro, um endereço, um cartaz e mais algumas dicas do paradeiro dela. 

O garoto começa a procurá-la em todos os cantos possíveis, envolvendo seus dois melhores amigos, Radar (filho dos segundos maiores colecionadores de papais-noéis negros do mundo) e Ben (que só quer ter uma formatura legal e sair com uma menina bonita), os três começam essa investigação para achar o paradeiro de Margo. Só então eles encontraram uma pista que leva eles a fazer uma viagem a New York no dia da formatura, a melhor parte na minha opinião haha imagine três meninos e uma menina (Lacey amiga de Margo que está saindo com Ben) em uma viagem de um dia que precisa ser precisamente cronometrada.


O ponto da história em questão é como visualizamos as pessoas, as vezes não as enxergamos como janelas e sim como espelhos. Gostei bastante desse livro, a história nos ensina muita coisa, inclusive em como separar admiração de amor.

Titulo Original: Paper Towns
ISBN: 978-85-8057-374-9
Editora: Intrínseca
Páginas: 366
Nota: 4/5